Em mesa redonda, expositores explicam que transição planetária não é hecatombe ~ Rádio Comunhão - Comunhão Espírita de Brasília

28 de maio de 2018

Em mesa redonda, expositores explicam que transição planetária não é hecatombe


A Comunhão Espírita de Brasília recebeu na sexta-feira (25) a primeira edição do projeto Mesa Redonda, promovido pela Federação Espírita Brasileira (FEB). Em debate, estava um tema que muito instiga: transição planetária. O presidente da Comunhão, Adilson Mariz, mediou a conversa, que contou a participação do vice-presidente da FEB, Geraldo Campetti, e dos expositores Mayse Braga e Arismar Léon. Eles responderam perguntas feitas pela plateia.


Mayse iniciou explicando que a transição planetária é um acontecimento previsto desde a criação do orbe terrestre. “Esse momento diz respeito a nossa própria transformação. Temos que avançar. Se estamos encarnados hoje é porque voltamos para consertar algo e estarmos prontos para essa nova era. Essa encarnação é definitiva para nossas almas”, disse.

Aurismar Léon contextualizou o momento atual e ressaltou que não a primeira vez que o planeta Terra passa por uma transição. “Há quatro mil anos, antes de Cristo, houve uma transição de um mundo primitivo para um de provas e expiações e que, agora, se prepara para chegar à regeneração”, pontuou. Ele lembrou ainda que a transição planetária faz parte da Lei do Progresso. “É hora de termos um novo planeta pautado na caridade, igualdade e justiça”, afirmou. Léon ponderou e os seres que não estiverem afinizados com esses valores serão convidados a habitarem outros orbes.

Segundo Geraldo Campetti, o conceito de transição planetária foi apresentado em “A Gênese”, que trata do tema nos termos de “os tempos são chegados”. O movimento de transição começou a cerca de 100 anos atrás e vem acontecendo. “Veremos o surgir de um mundo muito melhor. Vamos atravessar para uma realidade mais luminosa”. Sobre os tempos de caos que se apresentam atualmente, ele explicou que “no momento de trânsito não nos sentimos confortáveis”. Campetti salientou que é preciso olhar para dentro e fazer uma limpeza.

A limpeza do planeta foi lembrada em uma das perguntas da plateia, já que grandes tragédias ambientais são vistas com frequência. Os expositores explicaram que é necessário observar a Lei da Destruição, onde ocorre a separação do joio e do trigo. Esses fenômenos é que indicam a transição, pois, segundo eles, “estamos em campo de batalha buscando a higienização não só do orbe, mas também da humanidade”.

Questionados se haveria uma data limite para o processo de transição, eles explicaram que não. No entanto, ressaltaram que está cada vez mais célere, mas não é necessário qualquer desespero. A transição não é uma hecatombe, é gradual e como toda reforma, gera transtornos. Segundo eles, esse é um período de migração e imigração de almas e que os novos tempos vêm de maneira mansa. Por ser um mundo regeneração, não será pautado pelo imediatismo. Eles finalizaram ressaltando que a Terra receberá auxílio de seres evoluídos, vindos de outros planetas, à convite de Jesus para a transição.

Por Sylvia Dimittria

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