XX Encontro de Coros Espíritas leva mensagem de esperança para o Brasil - Rádio Comunhão - Comunhão Espírita de Brasília

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XX Encontro de Coros Espíritas leva mensagem de esperança para o Brasil


Como uma prece, de pé, público acompanha coralistas

Cerca de 300 pessoas entre coralistas, músicos e regentes, participaram da vigésima edição do Encontro de Coros Espíritas do Distrito Federal, na tarde de domingo, 27 de maio. O evento é coordenado pela Federação Espírita do Distrito Federal (FEDF) e realizado, a cada edição, em um dos centros da região. Desta vez, a Comunhão Espírita de Brasília foi a anfitriã.

A proposta era levar mensagens de fé e fraternidade a todos os presentes por meio da elevação da música. Mas a espiritualidade intuiu os grupos das casas espíritas para finalizarem a apresentação daquela tarde cantando “Brasil, Terra da Esperança”. Foi uma apoteose! O público, em oração, fortaleceu o canto coral, espalhando vibrações de amor e fé para o nosso País. As frases da letra ecoaram pelo salão Bezerra de Menezes como um só coro: “E lá no céu azul, a marca da vitória, Cruzeiro do Sul. Quem tem amor não para de amar o Brasil, a terra da esperança”.

Outras duas surpresas marcaram o evento. A primeira foi uma mensagem deixada em vídeo pela médium Mayse Braga, conscientizando sobre a importância do canto, da música, e das artes em geral nos trabalhos mediúnicos. A música, como um bálsamo, produz ectoplasmas utilizados na cura daqueles mais necessitados.


Homenagem
A segunda surpresa foi a homenagem à fundadora da Comunhão Espírita, dona Irene Carvalho, pioneira do I Encontro de Coros Espíritas do DF, ainda em sua residência.

Heloína Cândido, amiga e contemporânea de dona Irene executou ao clarinete a música “Vá Pensiero”, uma das prediletas dela, que desencarnou ano passado. O coral Nilo Sheik, de Taguatinga Sul, que ainda estava no palco, não resistiu e entoou a música, surpreendendo a todos. Nada estava combinado.

Outra música – “Uma bênção Antiga” – também foi entoada com todos os coros em gratidão à dona Irene, enquanto uma foto na tela trazia a lembrança da maior incentivadora das artes no movimento espírita de Brasília.

Por Diva Ferreira

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